Vou...
sou um livro
meio aberto...
meio fechado...nele me inscrevo...
nele soletro...nele tropeço...
nele voo...nele poiso...
nele guardo meus delírios...e,
sendo o meu melhor livro...
você não me quer...
que fazer...só partir
outra musa...outra musa
descobrir...
emílio casanova, in "No Jardim dos Deuses"
segunda-feira, 16 de julho de 2012
"Os livros não matam a fome,
não suprimem a miséria,
não acabam com as desigualdades
e com as injustiças do mundo,
mas consolam as almas, e fazem nos sonhar. "
Olavo Bilac
(Não só Olavo Bilac
Através dos livros...
de suas leituras...
fico mais forte...
mais preparado para matar a fome...
para suprimir a miséria...
para lutar contra as desigualdades...
e combater as injustiças...
e por isso...
ser cidadão inteiro...e,
denunciar aqueles que nos exploram !)
emílio casanova, in "A alma das palavras"
não suprimem a miséria,
não acabam com as desigualdades
e com as injustiças do mundo,
mas consolam as almas, e fazem nos sonhar. "
Olavo Bilac
(Não só Olavo Bilac
Através dos livros...
de suas leituras...
fico mais forte...
mais preparado para matar a fome...
para suprimir a miséria...
para lutar contra as desigualdades...
e combater as injustiças...
e por isso...
ser cidadão inteiro...e,
denunciar aqueles que nos exploram !)
emílio casanova, in "A alma das palavras"
domingo, 15 de julho de 2012
Na hora treze do ritmo dia
veias e artérias amassadas
sofrem por nadas
passos cruzados crescem
deambulam na diagonal zero
numa vital caminhada
em centro capital
lista pregão penetra na retina
em via direta aos aromas
dum programa festivo
de económico executivo
com reais reduzidos
em quantidade diet
sopra entediado garçon.
Sinto chamamento de células
precárias.
Entro no redondel de carnes feitas
em mesa única com forma de u
manjedoura universal moderna
de pretensão comunitária bacoca
que coloca frente a frente
olhos em bocas mascadas
desconhecidas
em permanentes miradas
furtivas
do nosso descontentamento.
emílio casanova, in "as pedras das palavras"
veias e artérias amassadas
sofrem por nadas
passos cruzados crescem
deambulam na diagonal zero
numa vital caminhada
em centro capital
lista pregão penetra na retina
em via direta aos aromas
dum programa festivo
de económico executivo
com reais reduzidos
em quantidade diet
sopra entediado garçon.
Sinto chamamento de células
precárias.
Entro no redondel de carnes feitas
em mesa única com forma de u
manjedoura universal moderna
de pretensão comunitária bacoca
que coloca frente a frente
olhos em bocas mascadas
desconhecidas
em permanentes miradas
furtivas
do nosso descontentamento.
emílio casanova, in "as pedras das palavras"
sábado, 14 de julho de 2012
Quebradas as pedras do vulcão
ficaram ruínas mirradas
negras...secas
como carvão...
Que restou ?
Trigo em pão
não...
Calor em raio de sol
não...
Romance na maré de lua cheia
não...
Ficou a cara e a coroa
do amor ódio
em ilusão...
Amanhã apesar do ódio
será um novo dia...
e noutro dia...
novo coração...apesar de você !!!
emilio casanova, in "A alma das palavras"
ficaram ruínas mirradas
negras...secas
como carvão...
Que restou ?
Trigo em pão
não...
Calor em raio de sol
não...
Romance na maré de lua cheia
não...
Ficou a cara e a coroa
do amor ódio
em ilusão...
Amanhã apesar do ódio
será um novo dia...
e noutro dia...
novo coração...apesar de você !!!
emilio casanova, in "A alma das palavras"
Assinar:
Postagens (Atom)





+-+Ren%C3%A9+Magritte.jpg)
