Quando for estar contigo
da próxima vez
não leves teu pudor
quero que me encares
de frente
escondas teu rubor
que me tenhas presente
que não concentres
teu pudor
na próxima vez
deixa a anatomia
para a fotografia
vem com desejo
desprovida de vergonha
esconderei a luz do dia
com meus dedos
e sentidos
descortinarei
tua beleza
vem
da próxima vez
não estejas tão
presa
emílio casanova
domingo, 22 de abril de 2012
gosto de ti...
(mesmo sobrevoada
o que acho natural)
pela tua beleza
pela tua aparência
pela tua honradez
pelos teus princípios
e valores morais
pela tua coerência
mulher as palavras
à distância
muitas vezes
são pedras
que pela nossa
imperfeição
causam dano
mesmo à pessoa
que é dona
do nosso coração
foi isso
que nos aconteceu
fomos incompetentes
na gestão
da fragilidade
da nossa relação
não fomos capazes
criámos demónios
quisemos ser
deuses
tudo ver e tudo saber
somos humanos
erramos
agredimos
julgamos como
juízes algozes
não pensamos
não toleramos
para amar
como queremos
temos
que crescer
despir-mo-nos
de tudo querer saber
de querer
fazer acontecer
da próxima vez
vamos aprender
deixar
navegar nas vagas
da esperança
buscando
na confiança
um bem querer
emílio casanova, "...as pedras das palavras..".Abril 2012
(mesmo sobrevoada
o que acho natural)
pela tua beleza
pela tua aparência
pela tua honradez
pelos teus princípios
e valores morais
pela tua coerência
mulher as palavras
à distância
muitas vezes
são pedras
que pela nossa
imperfeição
causam dano
mesmo à pessoa
que é dona
do nosso coração
foi isso
que nos aconteceu
fomos incompetentes
na gestão
da fragilidade
da nossa relação
não fomos capazes
criámos demónios
quisemos ser
deuses
tudo ver e tudo saber
somos humanos
erramos
agredimos
julgamos como
juízes algozes
não pensamos
não toleramos
para amar
como queremos
temos
que crescer
despir-mo-nos
de tudo querer saber
de querer
fazer acontecer
da próxima vez
vamos aprender
deixar
navegar nas vagas
da esperança
buscando
na confiança
um bem querer
emílio casanova, "...as pedras das palavras..".Abril 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Há pessoas que surgem
assim como se nasce
sem saber de onde
sem saber porquê
acompanham-nos
vagueando parecendo
as fadinhas como a Sininho.
Vão penetrando
de mansinho
pelos poros
da nossa pele
muitas vezes
sem compreendermos
a importância
que têm
vão conquistando
um espaço que está livre
no nosso coração.
São persistentes
não desistem de chegar`
à alma
buscam encontrar-se
na paz
da complementariedade
para abraçar
talvez uma alma gémea
que existe...
sim
existe na efemeridade
da nossa curta eternidade.
Emílio Casanova
assim como se nasce
sem saber de onde
sem saber porquê
acompanham-nos
vagueando parecendo
as fadinhas como a Sininho.
Vão penetrando
de mansinho
pelos poros
da nossa pele
muitas vezes
sem compreendermos
a importância
que têm
vão conquistando
um espaço que está livre
no nosso coração.
São persistentes
não desistem de chegar`
à alma
buscam encontrar-se
na paz
da complementariedade
para abraçar
talvez uma alma gémea
que existe...
sim
existe na efemeridade
da nossa curta eternidade.
Emílio Casanova
Insónia atravessa-se
na cama
contigo na mente
lá fora total silêncio
aflora recolhimento
numa branda chuva
solitária
que inunda a sexta
madrugada
em fim de semana
casada
visitas-me
nua e bela
invades meu sono
banalizas sonhos
efémeros
olhas-me no brilho
da noite
trazendo o dia
na fadiga
de meu corpo
porque me visitas
insónia
porque no meu sonho
não coabitas
porque me queres
acordado
porque não me libertas
porque não sonhas
comigo
lá fora melros
ensaiam
o dia
emílio casanova, "Quotidianos
na cama
contigo na mente
lá fora total silêncio
aflora recolhimento
numa branda chuva
solitária
que inunda a sexta
madrugada
em fim de semana
casada
visitas-me
nua e bela
invades meu sono
banalizas sonhos
efémeros
olhas-me no brilho
da noite
trazendo o dia
na fadiga
de meu corpo
porque me visitas
insónia
porque no meu sonho
não coabitas
porque me queres
acordado
porque não me libertas
porque não sonhas
comigo
lá fora melros
ensaiam
o dia
emílio casanova, "Quotidianos
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Amar
Quero inventar contigo
Recuperar tempo perdido
de tormenta...
Quero namorar contigo
Retornar teus sentidos
do tempo afastado...
Quero cheirar teu corpo
Saciar meus desejos
Afagar teus seios
Quero namorar contigo
Num Arpoador aluado
Com escuro cúmplice
sem sombra de dor...
Como amantes enamorados
Quero reacender a chama
Afastar cinzas traiçoeiras
Dum amor latente
sempre presente...
Quero respirar pela tua boca
Doce
muito docemente...
Como a brisa afaga e penetra no mar...
Quero te amar perdidamente
Emílio Casanova, "Coisas do Amor"
Quero inventar contigo
Recuperar tempo perdido
de tormenta...
Quero namorar contigo
Retornar teus sentidos
do tempo afastado...
Quero cheirar teu corpo
Saciar meus desejos
Afagar teus seios
Quero namorar contigo
Num Arpoador aluado
Com escuro cúmplice
sem sombra de dor...
Como amantes enamorados
Quero reacender a chama
Afastar cinzas traiçoeiras
Dum amor latente
sempre presente...
Quero respirar pela tua boca
Doce
muito docemente...
Como a brisa afaga e penetra no mar...
Quero te amar perdidamente
Emílio Casanova, "Coisas do Amor"
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