Voei nas asas do amor,
teu pensamento.
Calor do meu desejo pousou
nos braços da tua esperança,
carinho do teu sonho
inundou meu desejo.
Amei teus perfumes,
devorei teus ais
num ventre maduro
que me adorou sem tempo,
querendo sempre mais.
Amor.
emílio casanova, in "Afrodite"
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Gosto do teu gosto,
Das palavras desafiadoras.
Do rosto do teu rosto
Espelho do teu eu.
Das emoções duradouras,
Vizinhas completas
Das viagens de pombas
Guerreiras. Caminhada
Para o teu céu...longe de
Assédios irracionais.
Frutos instintos
De históricos ancestrais
De espinhos que a beleza traz.
emílio casanova, in "Afrodite"
Afrodite
Teu rosto com madeixas caídas de teu cabelo despenteado
lembrava lua branca com nuvens esvoaçando como
andorinhas brancas na primavera namorando.
Teu nome tem sorrisos de criança e pende do teu corpo
a graça e a elegância grega esculpida no mármore branco
para toda a vida nos verdes que marcam o infinito
virgem da eternidade.
Meu vermelho sangue agita-se em veias estreitas
na busca da liberdade infinita dos amantes
correndo por atalhos rudes sem luzes marcados pelas cinzas,
acelerado na busca dos raios da esperança, casados
com as estrelas e o sol no reino do amor.
Segui a estrela bela iluminando minha fonte
brotando dos cimos dos montes corri campos ondulados
atravessei ribeiros estreitos rios suaves
desaguei no ventre do teu mar, minha terra doce
alva e florida, paraíso de magia que me liberta
dos grilhões da agonia.
Em paz fiquei nos braços de Afrodite que me esperava
sonhando ternamente como seu amante,
de sempre.
joaquim vairinhos, in "AFRODITE"
Teu rosto com madeixas caídas de teu cabelo despenteado
lembrava lua branca com nuvens esvoaçando como
andorinhas brancas na primavera namorando.
Teu nome tem sorrisos de criança e pende do teu corpo
a graça e a elegância grega esculpida no mármore branco
para toda a vida nos verdes que marcam o infinito
virgem da eternidade.
Meu vermelho sangue agita-se em veias estreitas
na busca da liberdade infinita dos amantes
correndo por atalhos rudes sem luzes marcados pelas cinzas,
acelerado na busca dos raios da esperança, casados
com as estrelas e o sol no reino do amor.
Segui a estrela bela iluminando minha fonte
brotando dos cimos dos montes corri campos ondulados
atravessei ribeiros estreitos rios suaves
desaguei no ventre do teu mar, minha terra doce
alva e florida, paraíso de magia que me liberta
dos grilhões da agonia.
Em paz fiquei nos braços de Afrodite que me esperava
sonhando ternamente como seu amante,
de sempre.
joaquim vairinhos, in "AFRODITE"
(...aperto tua cintura contra mim...
... na busca de ti...
... encontro teu calor...
... desejoso, ansiando...
... amor...
... imaginei-te na terra...
... de uma seara loura...
... encantada...
... onde florescem lírios...
... cheiros e sabores... ... que alimentam amores...
... nua... tinhas rosas...
... como almofada...
... cravos como colchão...
... tinhas-me todo...
... na tua mão...
... procurei...nas espigas...
... dos teus seios...
... descansar minhas fadigas...
... adormecendo em teus enleios...
... eterneci...)
emílio casanova, in "AFRODITE"
... na busca de ti...
... encontro teu calor...
... desejoso, ansiando...
... amor...
... imaginei-te na terra...
... de uma seara loura...
... encantada...
... onde florescem lírios...
... cheiros e sabores... ... que alimentam amores...
... nua... tinhas rosas...
... como almofada...
... cravos como colchão...
... tinhas-me todo...
... na tua mão...
... procurei...nas espigas...
... dos teus seios...
... descansar minhas fadigas...
... adormecendo em teus enleios...
... eterneci...)
emílio casanova, in "AFRODITE"
Ah como estás bela minha amiga
com esse teu vestido branco de pomba
Ah como brilham teus olhos buscando os meus
oh amado belo que me fazes sonhar
como é doce teu amar
oh como a nossa cama é suave entre a ramagem
dos pinheiros da nossa casa
Ah minha amada como perfumas meu coração
emílio casanova, in "Um Cântico"
com esse teu vestido branco de pomba
Ah como brilham teus olhos buscando os meus
oh amado belo que me fazes sonhar
como é doce teu amar
oh como a nossa cama é suave entre a ramagem
dos pinheiros da nossa casa
Ah minha amada como perfumas meu coração
emílio casanova, in "Um Cântico"
Assinar:
Postagens (Atom)