Um Sítio...Joaquim Vairinhos

Um Sítio...Joaquim Vairinhos
Poesia e Prosa

domingo, 12 de outubro de 2014



Passavam apressadas e cinzentas.
Carregavam silêncios.
Estranhos nadas brilhavam nos olhos.
Umas corriam. 
Outras talvez cansadas deslizavam.
Para onde iam naquele rio de pernas e braços.

Todas sabiam.
Eram normais os seus desejos.
Estranhos hábitos
aqueles quotidianos sem horizontes.
Asas para quê?

Toma o caos da vida. Toma a anarquia do sonho.
Mesmo sendo estranha a partida
cria a liberdade daquele outro caminho.

Joaquim Vairinhos.

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